segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Protótipo saxofone feito de perna de mesa de ferro com palheta de plasti...

E ai povo, blz? Posto meu vídeo onde toco um sax feito com aquelas pernas de mesas antigas.

Medidas:

Início (tudel): 10mmm de diâmetro
fim (sino): 3cm de diâmetro
Comprimento:73cm

furos (da campana/sino/fim para o tudel/boquilha):


1-11,5cm - E
2- 16cm - F#
3-20,4cm - G
4-29,8cm - A
5-24cm - A#
6-28,5cm - B





Alegria de verão - primeira versão

Olá povo, blz? Posto aqui a primeira versão de uma musiquinha que estou criando. Espero logo logo postar outras versões melhores tanto na execução quanto no áudio :D

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Cifra melódica do tema PLANTÃO DA GLOBO

--> Olá povo, hoje tomo coragem de postar uma versão minha de cifra melódica, no caso, do tema do plantão do jornal da globo. A cifra foi composta pensando na flauta doce em C usando notas naturais, mas nada impede dela ser adaptada :)
re (16x com notas destacadas, ou seja, tu, tu, tu...)

(as 4 primeiras linhas com notas destacadas, ou seja, tu, tu, tu...)
la-sol-la-sol-la-sol-la
sol-fa-sol-fa 
la-sol-la-sol-la 
sol-la-si-Do-Re-Dooooo....

Do-si-la-sol-fa-mi-re (tudo em ligação, bem rápido, preferencialmente com frulatto, que é raspar a língua como a vogal r enquanto sopra, um frrrrr)) 

re (16x, depois repete tudo de novo)

Video em breve :) 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Pequenos experimentos com tubos ovalados

Cumprindo minha promessa, posto aqui um vídeo onde mostro as possibilidades de usar tubos ovalados como flauta quena, flauta de pan e, ainda, como pseudo-didgeridoo.
  

Este video feito na casa de meu pai, onde achei estes 2 tubos ovalados de alumínio. O primeiro tubo tem 31,5 cm e o segundo 64,5 cm
Ambos tem por diâmetro a altura de 1,4cm e largura de 2,7cm.
As notas do primeiro tubo foram: G#5 como flauta de pan, C5 como flauta quena e C#4 como corneta.
No tubo grande foi C#3 como didgeridoo. e E#5 como flauta de pan (essa ultima não aparece no vídeo por falta de espaço na camera). 


Logo logo postarei outro vídeo, onde mostrarei mais experimentos com tais tubos :D

Pequenos pensamentos sobre a música, o tempo que não postei (não necessariamente na mesma ordem)

Desde 2014 não postei nada aqui, visto que nesse 2015 as coisas apertaram para mim, no caso, tive de trampar muito na academia, não sobrando tempo para postar nesse blog. Mas, alerto aos leitores deste ponto fétido da internerd (existem?) que estou voltando, e, nesse voltar, volto com alguns pensamentos sobre a musica hoje. O primeiro pensamento é: os jovens estão abertos a quererem tocar algo, o adulto tem de saber chegar. Penso isso de minha experiência com adolescentes neste início de 2016, cara, como o os adolescentes e pré-adolescentes gostam de música e, ainda, piram quando toco uma flauta de pvc e mostro que podes tirar tudo nela! Fica a dica para os educadores, os instrumentos musicais é um facilitador, podemos transformar as vidas destes jovens ao apresenta-los à música por um caminho não chato (isto é, bona, tempo, e só depois o instrumento... que chatice este movimento do abstrato para o concreto, o bom mesmo é concreto-abstrato-concreto, ou seja, percebe no concreto, pensa e aplica o pensamento no concreto). O segundo pensamento é: tocar perto de crianças aumenta seu capital cultural. Essa é para que já leu algo de Bourdieu e Focault, no caso, o capital cultural dos jovens aumenta quando tocamos perto deles, e percebo isso quando introduzo novos ritmos enquanto toco flauta perto de minha filha e de outras crianças amigas dela (sou pai coruja, vigio a filhota, mesmo!). Essa dica também vale para os pais deixarem de ser acomodados e tentar tocar também, aumentar o vosso capital cultural e tocar junto dos filhos, não ficando na frente da tv em plenos domingos (isso lembra O Rappa, haha). Meu terceiro pensamento é de que, quando aprendemos mais sobre musica, aumentamos nossas capacidades em outras áreas, pois conseguimos perceber que certos estilos musicais refletem certos pensamentos históricos, políticos, culturais, coisa que o ouvinte desatento não percebe. Claro que para ser um ouvinte atento não é necessário tocar, muito menos fazer o próprio instrumento, mas, percebo que, sendo ouvinte, musico e luthier a coisas ficam bem mais aguçadas. Encerro este texto meia boca com a promessa de que irei postar algo toda semana nesse ponto fétido da internerd, eu não vos abandonei, caros curiosos da bricolagem musical.